12.01.2009
12 simple things
1- Turn it off
Turn off lights, televisions, videos, stereos and computers when not in use - they can use 10 to 40% of the power when on standby. Also, unplug chargers as soon as they have finished charging.
2- Be exact
Fill the kettle with only as much water as you need.
3- Close it
Don't leave fridge doors open for longer than necessary.
4- Check your tires
Properly inflated tires can improve your car’s fuel efficiency.
5- Use no plastic
Use cloth bags when going shopping and avoid buying products which use too much plastic.
6- Fan up
Instead of using air conditioners in the summer, wear cool clothes, and use a fan.
7- Drive less
Do your weekly errands in a single trip or pay your bills online. Walk, bike, ride the bus or carpool.
8- Optimize your speed
You will consume up to 25% less fuel if you drive no more than 90 km/hr.
9- Drive hybrid
A hybrid or other fuel-efficient car emits less carbon dioxide.
10- Replace them
Replace your incandescent bulb with a compact fluorescent light bulb (CFL). CFLs cost 3 to 5 times as much but use less than a third of the power. Also, replace old fridge and other appliances with energy-efficient ones.
11- Watch what you eat
Choose food produced close to your home.
12- Recycle
Consume less, and re-use old products.
11.09.2009
A confusão
Magoamos os Outros e somos magoados por eles. Não compreendemos o que eles pensam e eles não nos compreendem.
Zangamo-nos. Fazemos as pazes. Ouvimos. Não compreendemos. Dizemos. Não nos compreendem.
E cansamo-nos. De tentar perceber e de sermos percebidos. De tentar explicar e explicarmos. De tentar com que tudo seja harmonioso, que não façamos sofrer aqueles de quem gostamos. E gostamos mas não conseguimos evitar que eles possam sofrer e que nós os possamos fazer sofrer. E sofremos por os fazer sofrer. E sofremos porque apesar de gostarem de nós, não gostam como nos desejamos, preenchendo as nossas necessidades, fazendo-nos sofrer.
Há paciência para esta confusão toda? Para esta dor que provocamos uns aos outros?
10.27.2009
2x
O que vos juntou? O que significam? O que significo?
A assinatura no cabelo, o olhar florido, a pele macia do futuro, com que embrulho um olhar atónito e seduzido e perplexo...A voz de veludo, que não seca a língua mas expande o coração. Os passos de pés pequenos, macios e marcantes. A vossa respiração é leve, o vosso olhar invasivo, a vossa presença é poesia. Quem sois vós?
Os olhares escondidos, os silêncios que se animam, a ternura branca do recém nascido.
O odor marcante, a roupa estendida e zangada com o vento de Norte.
O que vos une? Como vos uno na imensa diferença? O que significo?
Pelos dedos, como a água cristalina que, com pressa, se dilui pela rochas...Sem represas; sem escuridão.
Sem medo. Com medo. A repetição urge reanimação.
As letras querem fugir e deixar os sentimentos fluir.
Castelos de água, de terra, de cimento, de ar, de papel, de barro.
Destruo-os. Construo jardins. Construo-os. Destruo-os. Construo-os. As pedras.
A eternidade valerá pela sedução da memória, a vida sentir-se-à pela sua inefabilidade.
10.23.2009
10.22.2009
Instante
Num segundo, eu ligo o interruptor.
Num segundo, tu desligas o interruptor.
Num segundo, eu desligo o interruptor.
Num segundo, tu vais embora.
Num segundo, procuro-te.
Num segundo, eu ligo o interruptor.
Num segundo, percebo o vazio da sala.
Num segundo, afastas-te para um canto invisível.
Num segundo, o vazio parecem horas de um insano cantar nocturno.
Num segundo, tudo fica na saudade.
Numa vida, as horas, por vezes, são segundos.
Segundos que não se querem perder.
Horas de carinho que se viram fugir.
Dias de levitação que cessam. As rochas magoam.
Foste embora num segundo.
Fico eu nas horas infinitas, procurando-te.
10.06.2009
Outros significativos
O nosso micro cosmos dirá, provavelmente, que o primeiro parágrafo deste texto é estranho e assustador, assim como será quase inconveniente tentar responder a estas perguntas. Não estamos habituados a este tipo de raciocínios. Pela raíz.
Não estamos familiarizados com o futuro. O nosso futuro tem sido sempre um degrau do passado e não um futuro que se faz hoje, através da acção de todos.
Somos feitos de alcatrão e de betão e os nossos pensamentos parecem ser estradas mal pavimentadas e edifícios de gosto duvidoso. Temos sido os Outros. Lá longe, uns Outros que parecem estar desenhados num quadro esborratado e esburacado, inertes e imagináveis, apenas desligados do olhar que o observa.
Somos feitos de favores, olhares cúmplices, palavras não ditas que roçam significados insustentáveis. Somos rudes quando deveríamos ser compreensivos e simpáticos. Somos vários egos ao serviço de uma teia pegajosa.
Somos feitos de conflitos, sussurrados ao vento, sedentos de intrigas e maledicências. Arrepia-nos a independência e o pensamento que vai para além do horizonte. O que não controlamos amedronta-nos, pois o poder parece-nos fugir, escorregadio, por entre os dedos. E quem somos nós, imposições de poder, berros, insultos, negócios de penumbra e olhares de rapina?
O show off é o nosso lema. Mostramos, impiedosamente, a nossa previsível e insuportável forma de pintar o chão de preto e as paredes de desenhos - sublime!
Os Outros são de papel, assim como de papel é o boletim de voto. Frio, distante. Desligado do olhar do receptor do voto. Mármore que nos gela pela incerteza.
Temos sido estátuas plantadas por todo o concelho, insultados mesmo quando não nos falam. Não precisamos. Somos bons a criar histórias, a puxar o pano e a mexer as marionetas.
A nossa memória é tida como degenerativa. Esquecemo-nos facilmente, dirão alguns. Somos moles, talvez devido às mãos de barro que nos quebram.
As respostas iniciais serão mil perguntas e mil terrores que calcamos para esquecer. Varremo-las para baixo dos tapetes pretos.
A visão não é negra, apenas da cor da pedra.
Pegaremos nas cores, pintaremos respostas, e andaremos pela cidade todos pintados, com a esperança nas mãos.
Somos os Outros Significativos.
9.26.2009
Concurso
Tenho dificuldade em assumir que muitas pessoas estão adormecidas ou são simplesmente parvas. Aliás, a parvoíce está a tornar-se um vírus terrível. A indiferença e a falta de respeito parece que vieram embrulhados e que toda a gente as quer colocar na lista de prendas...
Sinceramente...Não compreendo.
9.04.2009
Uma resposta brilhante
Recebido por e-mail:
As empresas hoje não querem pessoal especializado.... querem super-máquinas.
Este ano, a Offf parecia a Feira de Emprego para Designers ...
Se há quem discorde, que observem bem o anúncio de emprego que apareceu, na Segunda Feira seguinte, no Carga de Trabalhos... ao qual ALGUÉM, com iniciativa, e que a meu ver deveria ser seguida por muitos outros, respondeu da seguinte forma:
A XXXXXXXXXX está a aceitar candidaturas para estágio na área de Design
Requisitos Académicos:
Finalista ou recém-licenciada(o) em Design Competências pessoais :
* Poder de comunicação;
* Iniciativa;
* Auto-motivação;
* Orientação para resultados;
*Capacidade de planeamento e organização; * Criatividade
Competências técnicas :
Conhecimentos nos seguintes programas/linguagens ® Adobe Photoshop, ® InDesign, ® Illustrator (FreeHand e Corel Draw) Flash, ® Dreamweaver, ® Premiere, ® AfterEffects, ® SoundBooth, ® SoundForge, ® AutoCad, ® 3D StudioMax ® HTML (basic), ® ActionScript 2.0 (basic), ® CSS, ® XML.
Remuneração: Estágio Remunerado
Duração: 6 meses, com possibilidade de integração na equipa
A resposta a este pedido foi BRUTAL:
Boa noite,
Estou a entrar em contacto para responder ao anúncio colocado no site Carga de Trabalhos para a posição de estagiário em Design.
Chamo-me André, tenho 25 anos e sou um recém licenciado em Design de Equipamento (Fac. Belas Artes de Lisboa).
Sou extremamente comunicativo, transbordo iniciativa e auto-motivação, estou constantemente orientado para os objectivos como uma bússola para o Norte (magnético), sou mais planeado e organizado que o Secretário de Estado de Planeamento e Organização e sou um diamante da criatividade como já devem ter percebido e como vão poder comprovar nas próximas linhas.
Quanto aos conhecimentos técnicos:
Sou um mestre em Adobe Photoshop.
Conheço o InDesign por dentro e por fora.
O Illustrator, Freehand, Corel e o Flash são os meus brinquedos do dia a dia, faço o que quiser com eles.
Nem me ponham a falar do Dreamweaver, até de olhos fechados...
Premiere... Até sonho com ele!
AfterEffects tem um lugar especial no meu coração.
Faço umas coisas bem maradas com o SoundBooth e o SoundForge.
Com o Autocad e o 3d Studio Max até vos faço duvidar dos vossos próprios olhos.
Html, Action Script 2.0, CSS e XML são as linguagens do meu mundo.
Mas sejamos francos, qualquer estudante de 1º ano sabe de cor e salteado qualquer um destes 13 softwares e 4 linguagens de programação...
Eu sou um recém finalista. E como tal tenho muito mais para oferecer:
Tenho conhecimentos de Cinema 4D, Maya, Blender, Sketch Up e Paint ao nível de guru.
Tenho conhecimentos mega-avançados de C+, C, C++, C+ ou -, Java, JavaScript, Ruby on Rails, Ruby on Skates, MySQL, YourSQL, Everyone'sSQL, Action Script 3.0, Drama Script 3.0, Comedy Strip 3.0 e Strip Tease 2.5, Ajax, Vanish Oxi Action, Oracle, Sonasol, XHTML, Batman e VisualBasic.
Conheço o Office todo de trás pra frente assim como o Microsoft WC.
Domino o Flex ao nível do Bill Gates e mexo no Final Cut Pro melhor que o Steven Spielberg.
Tenho ainda conhecimentos de grande amplitude em 4 softwares que estão a ser desenvolvidos por grandes marcas e também de 3 outros softwares que ainda não foram inventados.
Falo 17 línguas, 5 das quais já estão mortas e 6 dialectos de povos indígenas por descobrir.
Com estes conhecimentos todos estou super interessado num estágio porque acho que ainda tenho muito para aprender e experiência para ganhar. Espero que ao fim de 6 meses tenha estofo suficiente para poder fazer parte da vossa equipa e quem sabe liderá-la.
Fico ansiosamente à espera de uma resposta vossa.
Embora tenha uma oportunidade de emprego na NASA e outra no CERN espero mesmo poder fazer parte da vossa equipa.
Cumprimentos,
André Sousa
Não é preciso comentar, pois não?
9.02.2009
O Outro
Nós não conseguimos perceber realmente o Outro. A distância entre a nossa subjectividade e outra subjectividade é imensa. O espaço da nossa vida imensa, repleta de histórias, auto-enganos, tempo, é incrivelmente extenso. A fluidez com que continuamos a viver, nisto a que chamamos “a minha vida…”, é insuportável para uma compreensão do Outro. Ou melhor dizendo, deveremos aceitar a natureza das relações.
O desconhecido, o mistério, esta distância, são essenciais para todo o drama que criamos.
Conseguimos, no entanto, isolar pontos de contacto, onde nos agarramos, onde compreendemos. Utilizamos narrativas para narrar o desconhecido, para preencher a totalidade da impoluta ignorância com sementes de partilha. Precisamos disto.
Precisamos de dizer “tu…” sem saber muito bem a quem nos referimos. Bem, sabemos que “tu” se refere a “alguém”, conhecido, muito próximo, mas a nossa compreensão do conteúdo com esse label é surreal.
Somos muito “os Outros”, quando nos esforçamos por estar próximo deles. Subtilmente, aproxima-mo-nos de nós próprios enquanto nos estendemos em direcção ao Outro.
No final de contas, a identidade pessoal é habitada por identidades pessoais, vozes e figuras presentes.
Somos todos juntos.
7.03.2009
6.27.2009
6.23.2009
Prisoners
He lives in a prison, where he is the guard and the prisoner. He changes positions every time he acknowledges his self fragmented identity. “Am I this guy who wants to be caught by the guard or am I the guard who wants to keep the prisoner away, far from my tentacles?
He fails to control the things that he questions, in those zones where black fades into grey, and life gets a foggy colored sky.
We are both prisoners of our selves and guards of your development. We flicker when those two activities touch.
He fails to get a clear picture of what happens in those moments.
He can’t be a prisoner and a guard at the same time, so he will have to cut the bushes that lead his look away from the forest. In needs to look into the forest, to see the trees, the shadows, the trail and his track. He needs to stop the frames that pull him into the agonizing perspective of fragmentation and breed deeply.
He is too many to be stuck with just two semi-individual positions. He needs to expand and to connect. He needs to feel free to change positions, to shut his voice when he wants to speak in a different position.
He needs to listen to all the voices that need to heard and dialogue with the world.
6.15.2009
Portugueses – declaração oficial
Declaro oficialmente que uma grande parte dos portugueses são basófias, zombeteiros, porcos, mal educados e estúpidos. Sobram praí 20% deles com quem se consegue estabelecer uma conversa que ultrapasse os limites a que os restantes parecem estar circunscritos. Sim, eu sou generoso na percentagem.
Nada mau.
6.10.2009
O voo 447
Surgem novas informações sobre esta tragédia que dizem que…
Uma imagem de satélite revela que o voo 447 da Air France cruzou com uma tempestade de nuvens muito compactas e uma temperatura de 83°C negativos antes de se despenhar no Atlântico.
Isto não soa a qualquer coisa? Soa a algo que se pode meter no pacote das consequências das alterações climáticas…O dia depois de amanhã (que já é passado) explicará o que realmente se passou nesta situação.
Possivelmente, estaremos a lidar com a conjugação de vários factores e uma concatenação de acontecimentos. Teremos que perceber o que aconteceu para evitar que paire um clima de irracionalidade sobre esta situação.
Os próximos capítulos virão de um livro que, entretanto, se fechou.
6.09.2009
O que aconteceria se a Natureza fosse aceite como o nosso único Deus?
Pintariamos a Natureza com diferentes cores e chamariamos-lhe Deuses? Mas não será isso o que fazemos actualmente?
Que motivos alternativos se encontrariam para os insultos e guerras em nome de algo que é visto apenas como uma necessidade de estabelecer uma identidade diferenciada? De dizer “eu sou diferente de ti e sou porque o meu Deus, a minha religião, escreveu estas regras que, por sinal, quero que sejam vistas como muito diferentes das tuas”, ou então “a minha religião é o meu ar porque, na verdade, o teu ar é poluído pelo teu desenvolvimento económico e social e pela minha compreensão que isso soa a uma arrogância”. Deus é colocado no título de capítulos que querem apenas descrever uma forma de justificar rancores, objectivos e planos de estabelecimento de uma matriz própria. Uma forma de dizer “alto lá! Nem penses que me dominas”. Esta generalidade pode ser perigosa, pois aceita uma visão confrontativa. Talvez devessemos notar que poderão haver motivos mais complexos por detrás desta retórica e que assumem contornos que são difíceis de esmiuçar.
Será que se a Natureza fosse compreendida como o único Deus os povos estariam realmente comprometidos com a sua preservação? Provavelmente, respeitariam-na mais ou, pelo menos, pensariam três vezes antes de maltratar o seu Deus. Como seria isso possível se a nossa percepção do espaço é, vulgarmente, indiferenciada dos nossos impulsos de auto-atribuição de posse? Como ultrapassar o hiato entre “aquilo que é a Natureza” e “isto que sou Eu", que somos Nós”? Como chegar ao ponto em que se poderá dizer “a Natureza é o meu Deus e a Natureza somos nós. Nós imitamos Deus no nosso poder que nos foi concedido pela Natureza. Respeitaremos a Natureza, respeitaremos os seres humanos e não humanos, pois eles são nossos irmãos”. Irmãos? Os irmãos brigam e zangam-se. Confusos?
A ingenuidade de uma análise de Pollyana leva-nos a uma visão interessante e desejável mas o caminho para lá chegar deve ser nu e cru como a nossa carne. A Natureza é o nosso Deus e nós somos a Natureza, juntamente com a imensidão total do planeta.
Lá no fundo, não somos pragmáticos. Somos seres que se deliciam com as suas narrativas, que desejam que elas assumam um poder que não têm, impingindo uma modernidade que é passado de um Futuro sustentável.
A nossa diferença deveria levar-nos a colocar um espelho gigante no planeta, para nos darmos conta da enormidade da nossa pequenez, da imensidão do nosso compromisso humano e interdependência.
Se a Natureza fosse aceite como o nosso único Deus teriamos uma generalidade analítica resolvida. Contudo, teriamos que voltar a encontrar a diferença em algo que nos permitisse marcar os contornos de uma identidade. Cá para mim, escolheria apenas a diferença da proximidade, uma totalidade inclusão em si mesma de cada ser, justificável per se.
6.03.2009
6.01.2009
Alarm or reality or both
I have to quote this text from Green Blog.
It may be alarming but it touches some crucial points that are critical to the development of societies, to put it in broad terms.
Are we all in the same stage or are there any examples that we should follow and methodologies that you need to copy to solve this problems?
The text in bold reflects my fears. We need really to change, but change comes by changing different layers and perspectives, uniting what we strive to understand, investing in core activities. I’m afraid that the world’s most valued asset – difference – will be it’s guillotine.
Energy Bulletin has an interesting interview with Michael C. Ruppert, author of “A Presidential Energy Policy: Twenty-five Points Addressing the Siamese Twins of Energy and Money”, about peak oil and the end of cheap oil.
“Peak Oil is not just the end of globalization. I was saying clearly that globalization was dead five years ago. It was obvious. But Peak Oil is potentially the end of the human race and that outcome is perhaps just a few years away unless the human race essentially throws every ideological sacred cow out the window and starts with a fresh piece of paper.
[…]The collapse of industrial civilization within the next five to ten years (perhaps sooner) is inevitable. It is the degree of collapse, what is destroyed in the collapse, how many people will have to die in the collapse, and what will survive the collapse that I and many others are fighting for now. That is what every human being should be concerned about and nothing less. Pursuing options while not rapidly disengaging from the current economic paradigm of infinite growth is the only real issue confronting the entire species. To not do that will be literally to consign unborn generations and those under 40 to death or a living hell.”
From here
Full interview here
Decadência revista
“Água pura e cristalina,
Fresquinha de consolar,
Vem de prós nossos lábios,
Mata a sede a quem passar.”
Insanidade
“Insanidade: fazer as mesmas coisas repetidamente esperando resultados diferentes” (Albert Einstein) (tirado daqui)
Quantas vezes olhamos para nós e damo-nos conta que as nossas ruminações são sobejamente conhecidas? Quantas vezes pensamos na nossa tonalidade emocional do momento e notamos uma familariedade sufocante?
Tendemos a ser fiéis à nossa fiabilidade identitária e a renunciar um desprendimento difícil. No entanto, queremos atingir o cume pensando apenas na subida, íngreme, rochosa. Temos dificuldade em mudar-nos para outros locais, fora do espectro confortável dos nossos raios.
Somos previsíveis e, na maior parte das vezes, loucos.


